PS.: Minhas indicações são
totalmente isentas e pessoais, nenhuma marca aqui citada me ofereceu qualquer
vantagem para isso, ok?
A receita é simples e rápida:
Ingredientes:
Massa folhada pronta em quadrados,
Lascas de frango defumado,
Gema de ovo
Alguma erva fresca (eu usei manjericão da minha horta).
- Pegue um ou mais quadrados da massa (ela vem separada por plástico)
- Coloque um punhado do frango no
centro da massa
- Salpique alguma ervinha sobre o frango
- Junte as pontas da massa deixando
umas frestas nas laterais ou mesmo não juntando totalmente as pontas
- Passe gema
de ovo sobre a massa e leve ao forno a 220/250ºC por cerca de 20 minutos ou até
dourar.
Pronto. Sirva purinho ou com uma
saladinha de folhas frescas e legumes crus.
Mas se tiver um tempinho, leia a
historinha abaixo, vai lhe dar umas ideias legais:
Depois das festas, todos devem
ter reparado que itens como tender bolinha, frango defumado e tantos outros
entraram em promoção e estão bem abaixo do valor original. Os supermercados já
fizeram ou não seu lucro e ficaram as sobras que não estão perto de acabar a
validade, mas são itens que, fora das festas, não têm muita saída. Nossa hora
de aproveitar e criarrrr!!!
Com o presunto cozido na faixa de
26/28 reais o quilo, o tender bolinha por 16 reais o quilo é simplesmente uma
pechincha com o bônus de que o sabor é trocentas vezes melhor e um tender
bolinha pequeno não vai pesar 1 quilo, certo? O mesmo acontecendo com o frango
defumado que chegou a custar quase 50 reais o quilo e agora está na faixa dos
22 reais. Vai comprar peito de peru defumado a 30 reais o quilo? Não né?
Massa folhada sempre indiquei e
usei a da marca AROSA. Mas passeando pelo supermercado
encontrei uma, em pouca quantidade e já cortada em quadrados, da MEZZANI e
resolvi experimentar. O preço estava bom e a quantidade batia certinho para
duas a três vezes, na nossa familinha de 3 pessoas.
Aproveitei a promoção do frango
defumado e comprei também.
Ao chegar em casa a primeira
providência foi colocar a massa folhada na gaveta debaixo do congelador, pois
ela tem que ficar em temperatura bem fria e eu não iria usar imediatamente.
A segunda providência foi cortar
o frango em porções e separar o que eu iria usar imediatamente guardando na
geladeira e colocando no freezer as outras porções para uso futuro. Já
prontinho para comer, sem precisar nem mesmo aquecer, um frango de padaria
assado dá mais trabalho e não é uma iguaria defumada.
Essas outras porções vão servir
por exemplo para fazer um salpicão de frango defumado, ou servir de aperitivo
quando eu receber visitas de última hora, ou rechear uma deliciosa quiche, um
empadão, um macarrão com molho, um arroz de forno, um risoto, ai ai ai, só
sucesso!
Num primeiro momento as coxas,
sobrecoxas e asas foram aquecidas numa frigideira com tampa mesmo e servidas no
almoço com um creme de milho delicioso, um arroz de forno com ervilhas, vagens,
batatas em cubo e queijo parmesão, mais uma chicória refogada no alho e óleo. Sucesso
de bilheteria total!!
E, logicamente, sobrou frango.
No dia seguinte, desossei o resto
de frango, peguei 2 quadrados da massa folhada, coloquei os pedaços de frango
no meio, salpiquei manjericão fresco da minha hortinha e juntei as pontas do
quadrado. Pincelei gema de ovo e levei ao forno a 220/250ºC por cerca de 20
minutos, na verdade, até dourar.
Não untei a forma em que coloquei
a massa, pois com a AROSA nunca foi preciso e aí começou o mais ou menos.
A massa da MEZZANI não é ruim.
Mas não tem a qualidade da AROSA. Além de agarrar no fundo da forma ainda não
ficou tão folhada e crocante. Se eu usaria novamente? Sim. Mas tomaria o
cuidado de untar a forma e usaria aqui em casa. Num evento seria um caso a
pensar.
Mas aí me vem à mente uma coisa
que sempre me irrita muito nos supermercados: Aquela linda pessoinha que pega
coisas dos freezers e geladeiras e, na hora de pagar, por “N” motivos, desiste
e larga ali mesmo e ainda sai com “a sensação do dever cumprido”, pois “está
colaborando com a criação de empregos de baixa renda nos estabelecimentos”.
Irritante, não? Acontece pessoinha que até o repositor, que não é contratado
somente para isso, vir pegar tudo, não somente o seu item, separar e recolocar
na área refrigerada, pode se passar horas e esse produto altamente perecível,
se não estragar, perde suas melhores propriedades. Não se iluda pessoinha, tudo
está metodicamente contabilizado e faz parte do preço de cada item que você
levou ou não, assim como todos nós. E o pior, quem pegar aquele produto que
você não teve o cuidado de, pelo menos colocar em qualquer geladeira ou freezer
mais próximo, e levar para casa, pode estar levando algo estragado ou fora do
padrão necessário para que seja realmente eficaz e nutritivo. E aí a culpa não
é sua. A culpa é do supermercado ou do fabricante, né? Afinal quem é você? Ninguém
sabe. E você, que jamais vai assumir, ainda sairá com essa: Ah! Mas o
supermercado até põe cestinha para a gente usar (ele põe porque você deixava
até no chão e continua deixando quando a cestinha tá lotada). Ele é que tem que
ter alguém de prontidão para retirar esses itens imediatamente, né? Pois é. A
culpa sempre é dos outros e Viva o Aquecimento Global!
Então pode ser que essa
experiência mais ou menos tenha como provocador essas pessoinhas lindas, sem
noção e eu fui premiada.
Como sempre, vou testar novamente,
inclusive deixando no forno por mais alguns minutinhos.
Bonitinho, gostoso e rápido! |
Eis a embalagem da Mezzani |
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